CORRE!!!

Apresento aqui o primeiro post da série “Corre!”. É uma história minha que acabou saindo grande. E que por acaso eu ainda não terminei. Sendo assim eu publicarei aos poucos. E é um jeito legal de publicar histórias, farei mais desse jeito com outras idéias minhas!

Não tenho idéia se vou publicar os outros capítulos com espaços de tempo definidos. Veremos no que isso dá! Aí vai!

CORRE! (cap. 1)

Nem sempre eu fui fugitivo. Pra falar a verdade, depois das aulas de química, na época do meu colegial, eu nunca fugi de mais nada. Pelo menos nada que eu me lembre.

Nada como um pouco de incerteza na vida pra mudar um pouco as coisas.

Antes de qualquer coisa, meu nome é Davi. Fiz faculdade de jornalismo. Logo depois consegui um estágio no Estadão. Eu realmente era um cara de sorte! Até hoje tento entender como eu consegui esse estágio. Não sei por que sempre que eu penso nisso me vêem à cabeça coisas não muito legais, também não entendo em qual sentido essa palavra “legais” aparece.

Bom, de qualquer forma consegui evoluir no jornal e meu último cargo foi o de editor chefe. Sabe? É o cara que tem o trabalho de colocar os textos nas colunas, decidir onde ficam as imagens e tal. Ganhava bem.

Não tinha projetos de ser mais nada além disso. Talvez repórter, mas esses eram planos futuros. De qualquer forma, ser procurado pela polícia não era meu sonho de realização profissional.

Eu falo tanto que sou fugitivo mas não explico nada para que vocês tenham uma linha plausível de raciocínio, né?

Mas não se preocupem, estou aqui para isso. Resolvi publicar na internet (pra depois colocar num livro) minha trajetória desde o fatídico acontecimento até os dias de hoje.

Acho que já deu pra ficar claro que a historinha que eu vou contar é sobre minhas inúmeras peripécias enquanto fugitivo. O que vocês não sabem ainda é que eu, durante o processo, colocarei trechos do meu diário aqui, assim o negócio fica mais interessante. E também fica maior. Dá pra encher mais lingüiça, pois como eu disse, eu quero publicar, e não imprimir em papel barato e sair tacando pela rua, colando em postes e essas coisas, entenderam?

Vamos então começar. Como eu disse, eu era editor chefe do Estadão, e estava feliz ali. Até o fatídico acontecimento!

Esse fatídico acontecimento tem um como, tem um quando, tem um porquê, mas o mais importante sobre esse acontecimento é quem.

Opa! Melhor parar por aqui! É um lugar bom pra cortar o texto, principalmente pelo fato de que estamos num blog!

Não percam o próximo post!