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Projeto Colaborativo rede Dk
by kaiserlino on mar.24, 2008, under Outros, Todos
Bom aqui estou eu invadindo novamente o Embaralhando para mais um post.
Dessa vez para fazer um convite a todos que nos visitam.
Eu, Kaiserlino do Dk Design decidi fazer um projeto bastante diferenciado nesse mundo de blogs, e com ele espero que todos amantes da arte pela arte participem.
O convite:
Finalmente está no ar o 1º Projeto DK
O projeto consiste na colaboração de Designers, Blogueiros e qualquer um que queira participar.
Do que trata o projeto?
Se trata da criação inicialmente de um wallpaper de tema livre para ser disponibilizado para download para os usuários tanto do autor como do Dk Design, porém não se trata de um meme, onde a publicidade do blog conta mais do que o produto final. Aqui o Wallpaper tem que ter tema livre, porém sem divulgação direta do blog.
Como posso participar?
Basta enviar um e-mail para contatodkcell(arroba)gmail.com enviando nome do site para que possamos verificar e a confirmação, e também o wallpaper caso já tenha sido criado.
Como serão disponibilizados?
Todos os wallpapers serão disponibilizados sobre a licença Creative Commons e hospedados em nossos servidores. Pedimos para quem participar junto com o wallpaper colocar o link de download aqui do Dk para fins de contabilização dos downloads, pois serão entregues 2 prêmios que iremos definir até o dia 7/04/08, para o wallpaper com maior número de downloads e outro será sorteado aleatóriamente aqui nos comentários.
Qual o prazo de envio dos wallpapers?
Temos uma quantidade mínima de wallpapers para começar a contagem para a premiação, a mesma só será divulgada quando for atingida, para manter o efeito surpresa dos prêmios e para que o envio não seja prejudicado apenas para chegar a esta quantidade.
Apenas UM wallpaper será postado por semana, e serão postados por ordem de recebimento em nosso e-mail, portanto não pensem que não iremos postar caso demore, pois provavelmente já tinham sido enviados outros anteriormente.
O que você oferece em troca?
Além da disponibilização de outros wallpapers para todos os seus visitantes, faremos um breve review sobre seu trabalho, blog, site em nossos 3 sites participantes:
E também temos a premiação surpresa, onde todos podem ganhar.
Posso participar com mais de um wallpaper?
Sim pode, porém será postado apenas um por semana e o review será apenas um.
Quais as medidas necessárias?
- 1280×1024 até 800×600
- 320×480 Para Iphone e 480×272 para PSP.
Podem ser enviados com outra medida, porém esses são necessários.
O primeiro wallpaper será disponibilizado ainda hoje, dentro de algumas horas. Fiquem ligados! E tá esperando o que pra enviar o seu e participar desse projeto bacana e concorrer a alguns premios?!
Parando o tempo
by Luis on mar.21, 2008, under Todos, Vídeo/Foto
207 pessoas resolvem parar o tempo no metrô dos EUA.
Não é uma boa idéia?
Acredita em amor primeira vista?
by Luis on mar.14, 2008, under Historietas, Todos

Ele entrou na loja sem intenções verdadeiras de comprar alguma coisa. Era uma loja nova de roupas e, por ele, só entraria para perguntar sobre alguma camiseta e depois sairia. Tinha que comprar, mas não queria.
Pisou na loja e, no mesmo instante, uma das jovens atendentes veio em sua direção e perguntou o que gostaria. Não só: a moça se dispôs a guardar as sacolas que ele segurava para que não ficasse desconfortável e ainda perguntou seu nome.
Evan. E então a disposta atendente começou a fazer seu trabalho mostrando tudo que tinha de bom na loja e tudo o que ela achava que ficaria bem no Evan.
- Evan! Olha essa camisa aqui! Percebe o recorte? Viu como a costura é mais alta? Vai ficar ótima em você!
E o Evan foi experimentando uma, outra e, de repente, percebeu que, além de bonita, a atendente estava começando a gostar dele! E pensou consigo mesmo se não estava disposto a gostar dela, pois, além de bonita, era muito simpática!
Ficou pensando nisso e continuou experimentando tudo que ela trazia. E cada vez mais ela se mostrava mais íntima, mais próxima. Chegava até a exigir que, depois de vestido, mostrasse para ela como havia ficado. E os elogios eram vários: “Nossa! Essa realmente ficou bonita em você!” “Você realmente fica bem nessa cor!”.
E assim as coisas foram indo, eles foram conversando e se animando com as escolhas. Ele foi gostando dela e também de alguns agasalhos e camisas que experimentava. E foi reservando.
Ela subia no estoque pra achar alguma outra coisa que julgava bonita para ele. Descia animadíssima e o clima de intimidade chegou num ponto em que Evan pensou seriamente em chamá-la para sair, afinal estava ficando seriamente apaixonado e ela demonstrava, sem dúvidas, que a paixão era recíproca. Mas pensou melhor e decidiu que compraria algumas coisas e que voltaria depois, quem sabe outro dia.
Evan fez o pagamento e ela colocou tudo na sacola. E sempre os dois conversando como se fossem eternos amigos querendo alguma coisa a mais.
Ela devolveu suas sacolas e o acompanhou até a porta ajudando a carregá-las. Despediram-se alegremente.
Ele foi embora com o coração a mil, pensando em como ela o conquistara em tão pouco tempo. Ela o olhava indo embora pensando que, dessa vez, tinha faturado um bom dinheiro!
Na fila
by Luis on mar.07, 2008, under Entretenimento, Todos

Depois que assisti Anti-Herói Americano fiquei fascinado pela pessoa Harvey Pekar. Só pelo filme já entendemos que ele é um maníaco-depressivo que sabe da complexidade de uma vida medíocre.
Mas o filme não bastava, tinha que ler seus quadrinhos! Essa tarefa mostrou-se rapidamente bastante difícil quando percebi que não havia nada dele publicado no Brasil. E fui desistindo de procurar aos poucos.
A vontade de ler a história sobre o episódio da fila do supermercado já foi sendo ofuscada por outras vontades em forma de quadrinhos.
Mas, um dia desses num sebo, durante uma de minhas demoradas visitas, me surpreendi com uma publicação de nome Bob & Harv. Sim! Finalmente tinha encontrado! Era uma edição especial que a Conrad publicou com uma coletânea de histórias escritas pelo Pekar e desenhadas pelo ótimo Robert Crumb! Aquele dia eu saí do sebo vinte reais mais pobre, mas finalmente ia conhecer os quadrinhos do Harvey!
E foi assim que eu comecei a conhecer e, cada vez mais, me encantar por esse estilo de HQ. Robert Crumb é considerado um dos grandes nomes do quadrinho underground norte-americano. O cara é o responsável pelo Mr. Natural. E, como diz o próprio Harvey, “desenha melhor do que praticamente qualquer um no planeta”.
E foi no curto prefácio do livro, escrito pelo Crumb, que eu comecei a entender melhor sobre a pessoa Pekar. No primeiro parágrafo Crumb diz:
“Eu tenho muita roupa suja pra lavar aqui, mas vou tentar conter meus comentários e simplesmente dizer ao mundo como o Harvey Pekar é um grande cara. Na verdade, foi exatamente isto que o Harvey me pediu pra fazer, ele me ligou e disse “olha, só diz pro mundo que eu sou um grande cara, tá?” “claro que sim Harvey”.
Toda vida (me corrijam se eu estiver errado) tem lá o seu lado medíocre. E talvez realmente nós ignoramos o quanto é complexo isso. Quando Harvey diz: “Agora, escolher a fila certa no caixa é uma arte… Há muitos fatores a considerar – a velocidade do caixa, o número e tipo de pessoas na fila, a quantidade e os tipos de coisas que estão comprado – é uma verdadeira arte!” Ele realmente está certo! Isso e muito mais!
Agora você que está lendo isso e não curte quadrinhos ou é fanático por um bom X-Man, eu já aviso que ler Harvey Pekar vai contra todo esse esquema heróico e violento dos quadrinhos da Marvel ou DC. Ler Harvey é ler a vida como ela é. Nada de explosões, nada de roupas apertadas, decotes heróicos e super-poderes. Ninguém salva o mundo. E tampouco esperem grandes tiradas e frases de efeito. O que Harvey escreve é o simples e monótono dia-a-dia.
Mas não pense que é uma leitura chata. Longe disso. Você vai perceber que, em pouco tempo, estará entrando em seu mundo, achando graça de suas esquisitices, conhecendo seus amigos, compreendendo a complexidade do monótono.
Tela x Tela
by Luis on fev.28, 2008, under Cine, Todos

No começo do mês eu li no Estadão uma entrevista com Woody Allen. Nessa entrevista ele comentava sobre sua “fase européia” e também sobre seus próximos projetos. E uma pergunta que fizeram para ele me interessou bastante.
Perguntaram para ele se faz diferença os filmes dele serem vistos no cinema ou numa TV. “Sim” foi sua resposta imediata, logo seguida da frase “Prefiro que eles sejam vistos na tela grande.”
Depois ele até comenta que quando todos tiverem sua sala de projeção ou uma tela de 2m x 3m em casa aí sim provavelmente não haverá tanta diferença. Mas logo diz que a verdade é que os filmes são feitos para a tela de cinema.
Como é bom ler isso de um cara como Allen. Provavelmente eu já comentei aqui sobre a possível “morte” das salas de cinema. E eu certamente falei que, se dependesse de mim, isso nunca aconteceria. E até discordo com o Allen em um ponto: as pessoas um dia terão suas salas de projeção, terão suas telas enormes e em alta definição, mas nem isso substituirá a magia de uma sala de cinema.
Sabe aquela coisa de chegar, olhar a lista de filmes que está passando e pesquisar os horários? E depois entrar mais cedo pra pegar lugar, comprar pipoca, sentar ao lado da pessoa que mais gostamos e ao mesmo tempo ao lado de desconhecidos. Assistir os trailers; aquela sensação de que cem pessoas estão ali reunidas todas em silencio por duas horas. Duas horas que presenciamos outro mundo, que vivemos outra realidade.
Não, nada substituirá isso. Como Woody disse: os filmes são feitos para o cinema. “Para uma tela maior que a vida real, com público enchendo a sala, cochichando, saindo e dando sua opinião.”
De zero a dez
by Luis on fev.22, 2008, under Cine, Todos

Como se faz um crítico de cinema? Cinéfilos se reúnem em… hã… Bom, eles se reun… Eles não, porque eu me considero um. Que seja. De qualquer forma cinéfilos inventam de se reunir em lugares onde cinéfilos se reúnem (talvez um cinema?) e inventam de discutir Kurosawa ou, dependendo do humor, Buñuel, Lars von Trier, Truffaut, Rossellini. Se o conhecimento é menor a conversa para em Spielberg ou Coppola. Mas o debate segue sempre regado de comentários bastante criativos sobre gostos pessoais.
Em meio s várias falas inflamadas sobre sei lá o que dos filmes e tudo o mais, sempre surge algo do tipo “não foi bem nas críticas” ou “falaram mal dele na revista tal”. E aos poucos alguns cinéfilos acham que podem julgar os filmes que assistem de uma forma mais complexa do que com um simples “legal”. Esses alguns cada vez mais assistem filmes e mais filmes até acharem que o que irão dizer dali pra frente tem algum fundamento (isso me parece bastante familiar…).
Sei lá como se faz um crítico, mas cada vez mais entendo como eles analisam os filmes e em que baseiam seus comentários. Falar mal simplesmente porque não gostou não vale. Agora se você tem em mente toda a história cinematográfica e as suas influências talvez possa julgar um filme de uma maneira menos pessoal. Menos.
Até aí tudo bem, de qualquer forma o público em geral não vai ligar para o que a crítica diz, mas sim para o quanto o filme vai satisfazer sua vontade de entretenimento.
Mas uma coisa me incomoda. Criticar ator. Várias vezes ouvimos até de quem não é considerado “cinéfilo” algo do tipo: “Como ele atua bem, não é?”
Podemos gostar de algum ator, achar simpático ou até mesmo saber que gostamos do jeito que ele atua com base no que vimos e analisamos dos outros. Mas quando leio numa revista “Ele atuou com maestria” sempre fico com a pulga atrás da orelha. E várias vezes eu vejo essas frases elogiando um ator de mediano pra baixo. Quais os critérios para analisar o trabalho de um ator?
Hoje, como ator, eu me considero capaz de, pelo menos, olhar para um e perceber o quanto ele poderia ter sido melhor ou o quanto esse trabalho está diferenciado do anterior e etc. Agora é fácil perceber a diferença entre um bom ator e um ator ruim. O quanto um bom ator convence reproduzindo os fenômenos humanos e o quanto é visível um ator ruim fingindo que reproduz. Um olhar para o ator como um todo e vemos se a emoção que tenta passar é verdadeira. Eu estudei isso e tentei reproduzir essas emoções pessoalmente e, independente de ter ou não sido bem sucedido nesta tarefa, eu sei do que um ator é capaz e sei onde procurar sinais que provam que o trabalho poderia ser melhor.
Eu tentei deixar meu gosto de lado algumas vezes e, tomando como base todos os filmes que assisti e tudo que sei sobre a arte do cinema e sua história, consegui avaliar alguns filmes e, de fato, ainda o faço sempre que minha mente é invadida por alguma nova história da tela. Mas não é raro eu saber que o filme é ruim e ao mesmo tempo gostar dele. Eu julgo que alguns filmes, comparados com Cidadão Kane, Dreams, Janela Indiscreta, Dr. Fantástico, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, são apenas descartáveis, mas mesmo assim eu os assisto com gosto.
Sem contar que hoje é raro um filme que realmente seja uma obra de arte.
Mas quer saber? Se eu sair da sala escura com vontade de voltar já vale.
Qual a maior descoberta da sua vida?
by Luis on fev.22, 2008, under Outros, Todos
Descobrir o brilho
Incubus – Drive
by kaiserlino on fev.19, 2008, under Todos, Vídeo/Foto
Bom, a pedidos do Luis, de vez em quando passarei aqui para ver como estão as coisas e fazer alguns posts…
Estou pensando em algo elaborado, para o blog não perder a qualidade.
Porém, como alguns sabem meu ramo é o design, e com isso acabo vendo mais peças e coisas do genêro.
Desta vez vou postar um clipe do Incubus, uma banda que nem todos conhecem, porém me agrada bastante, fora o clipe que utiliza-se de técnica stop motion no desenho, gerando um efeito muito bom.
Link para os que acompanham pelo feed
( obrigado Doufer)
E já vou avisando qual será o próximo post.
A tão prometida análise do embaralhando que não tive tempo de terminar, pois entrarei em cada detalhe dos bastidores aqui do site.
Abraços a todos.
PS: o Luís continuará sim a postar, porém agora num ritmo diferente, portanto acompanhem por e-mail ou feeds.
Ouvindo na tela
by Luis on fev.15, 2008, under Cine, Entretenimento, Todos

A lembrança mais marcante do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain foi sua trilha sonora. Depois de muito ouvi-la sem nem sequer saber quem havia sido responsável por criá-la, resolvi pesquisar. Achei o nome Yann Tiersen, e descobri que foi ele o responsável pela trilha sonora do filme. Trilha sonora essa que acompanhou meus ouvidos por muito tempo.
Depois disso eu comecei a prestar mais atenção nas trilhas sonoras dos filmes que assistia. Com isso acabei descobrindo algumas preciosidades que até hoje escuto com o maior gosto. A Marcha dos Pingüins também me conquistou pelo ouvido. Com um pouco de pesquisa descobri outro nome até o momento desconhecido: Emilie Simon. E hoje eu não só tenho o CD da trilha sonora original do filme como também mais dois CDs do repertório da Emilie, que até agora me encanta.
Mais um álbum que compõe minha coleção chama-se 12 Segundos de Oscuridad, do Jorge Drexler. E esse nome eu não vi em filme, vi na TV tempos atrás e pesquisei. Logo soube que foi ele que ganhou o Oscar de Melhor Canção Original por sua música Al Otro Lado del Río, de Diários de Motocicleta.
E quem não assistiu Pequena Miss Sunshine? Se você respondeu essa pergunta com um “eu não”, realmente não sabe o que está perdendo… E não só o filme é comoventemente um dos melhores como também a sua trilha sonora! Eu tenho os dois.
Piratas do Caribe também tem uma das melhores trilhas sonoras que eu ouvi. Só a música que toca de fundo nas primeiras cenas do Cap. Jack Sparrow nos três filmes já é tudo de bom!
E assim é com outros filmes e séries (como House, gosto bastante da música tema). E aos poucos começo a perceber o quanto o mecanismo do som, mais especificamente da música, pode realmente acrescentar muito na experiência cinematográfica.
Experimente agora pesquisar esses nomes. Assista aos filmes prestando atenção na música e o quanto ela é responsável pelo efeito “dramático” do filme. Depois ouça as músicas. Aposto que você vai começar a curtir muito mais essas trilhas sonoras. E não só: vai começar a admirar os filmes que, sem esse recurso, transmitem as mesmas sensações e até mais.
Coming soon
by Luis on fev.11, 2008, under Cine, Todos

Mais um Oscar começa a mostrar sua dourada, careca e duvidosa cara no calendário cinematográfico mundial. Dessa vez as apostas se mostram mais difíceis e a 80ª cerimônia promete ser a mais disputada do ano. Nenhum favorito e várias surpresas. E nenhum assistido por mim.
Desse modo você, leitor, percebeu que não me encontro em posição de continuar escrevendo. Pelo menos não diretamente sobre os filmes. E nem mesmo me anima falar sobre a ausência do Brasil na cerimônia, tampouco sobre a beleza e a aparente eficiência de Ellen Page em Juno, seu novo boom. Dizer que Joe Wright está com um baita sorriso por ter acertado novamente na adaptação de um livro também parece desnecessário.
Até pensei em escrever sobre Brad Bird e sua tacada certeira: Ratatouille. Mas também parece óbvio. Eu não vou falar de Casey Affleck, porque ele me lembra seu irmão mais velho. Javier Bardem vai receber comentários meus assim que eu assistir algum filme em que ele esteja atuando um pouco melhor do que em Amor nos Tempos do Cólera (que espero ser Onde os Fracos Não Tem Vez).
Queria muito tecer algum comentário a respeito da atuação de Daniel Day-Lewis em Sangue Negro, que lhe rendeu a indicação de melhor ator este ano, mas eu não assisti o filme.
O nome O Escafandro e a Borboleta também me anima, mas mal sei do que se trata.
Poderia falar de Michael Moore, mas não acho que ele ter sido indicado seja algo fora do comum, portanto eu não sairia do óbvio.
Falarei então da presença dos gigantes. As presenças que farão deste Oscar motivo de torcida. O primeiro deles é Philip Seymour Hoffman. Confesso uma coisa: sempre me impressiono quando vejo alguma foto de um de seus personagens. Nunca o vejo. Ele sempre me surpreende e sua indicação para melhor ator coadjuvante por Jogos do Poder realmente apimenta as coisas.
Outro grande? George Clooney. Ator que, aos poucos, está conseguindo entrar na minha lista de “com cérebro”. Dessa vez o esperto foi indicado para melhor ator.
Porém a categoria de melhor ator recebe um nome que por mim já descartaria todos os outros. E eu nem assisti seu filme ainda. Johnny Depp. Indicado por sua atuação em Sweeney Todd. Parece incrível, mas ele nunca ganhou um Oscar. Essa é a sua terceira indicação. Por mim ele merece.
Mas o fato de Depp nunca ter ganhado um Oscar não parece incomodar em nada o ator. Até gostei do que disseram numa comunidade dele no Orkut. O nome da comunidade é “Onde está o Oscar de Johnny Depp?”. E alguém fez a pergunta: “Se ele ganhar um, o que vai acontecer com o nome da comunidade?”
Alguma fã prontamente respondeu: “Vai continuar o mesmo porque se ele ganhar certamente vai perdê-lo em algum lugar da sua casa.”
Só com essas três presenças eu me animo. O Oscar pode não ser o evento mais confiável e mais justo do mundo cinematográfico, mas certamente é o mais lucrativo e o mais cool.
Que vençam os “melhores”.
