A gente tira de ordem, desorganiza, desordena, desarranja, dissolve, coloca a dama antes do cinco e todas essas coisas que não tem ligação aparente para que o jogo possa acontecer! Seja bem vindo!

22/01/2007Voltei de novo!

Fala gente!

Cheguei de viagem (de novo)! E vô sair de viagem (de novo)!

Pois é. Acabei de chegar e já tô saindo de novo! Mais uma viagem! Sabe como é, última semana de férias e tal. Tenho que aproveitar, né?

Mas, antes de sair eu vô tentá publicar o quinto capítulo da série “Corre!”, que reserva muitas surpresas e o começo da correria!

Bom, é isso. Tentarei manter o contato! hehehe

Nesses dias eu recebi alguns elogios de pessoas que leram o “Embaralhando” e gostaram! Queria agradecer e dizer que farei o possível para deixá-lo cada vez melhor!

Ah! E comentem!

17/01/2007Voltei!

Bom, como deu pra perceber, eu voltei!

Pois é! Sentiram minha falta?

De qualquer modo eu tô indo viajar de novo! Sacumé, pra quem quer passar o resto da vida na praia uma semana é pouco!

De qualquer forma eu passei aqui em casa só pra deixar esse lindo e inspirador post, o “Nada Como”, abaixo!

Eu prometo que esses meus ataques pseudo-poéticos não vão ser tão freqüentes, tá?

É isso aí!

Ah! Também coloquei uns vídeos novos na  seção “Clique”. Assistam ao IMPAGÁVEL vídeo do cúmulo de quem gosta de cerveja! Putz, muito bom!

É isso aí! semana que vem eu volto com muitas novidades! Espero…

16/01/2007Nada Como

Mar...

Nada como o mar.

Nada como a sensação do ouvido tapado na descida.

Nada como a expectativa de avistá-lo, talvez, depois da próxima curva.

Nada como enxergar aquele imenso tapete azul que revela a linha mais linda do horizonte.

Nada como, ainda no carro, sentir a brisa terapêutica que só sentimos quando estamos no seu nível.

Nada como esticarmos a perna depois de horas de viagem esquecendo que algum dia voltaremos.

Nada como tratarmos como nossa uma casa desconhecida.

Nada como a primeira noite, sabendo que o dia seguinte será de um jeito que todos os dias deveriam ser.

Nada como acordar e lembrar onde está.

Nada como o mar.

Nada como olhar para frente e dar de cara com o mar.

Nada como colocar o pé na areia.

Nada como a brisa do mar batendo no peito.

Nada como o balanço do mar.

Nada como a suave linha que divide o azul da água com o azul do céu.

Nada como um primeiro mergulho.

Nada como um primeiro dia de Sol.

Nada como assistir ao divertimento alheio para complementar o nosso próprio.

Nada como o sorriso dos outros para complementar o nosso.

Nada como a beleza dos rostos femininos que são como estrelas marinhas de um lindo coral.

Nada como os cascos diversos que respingam no mar como o orvalho da manhã que cai da teia para o jardim.

Mar...

Nada como as ótimas caminhadas que sempre nos levam para lugares inesperados.

Nada como as ondas: traiçoeiras, fortes, lindas e acima de tudo companheiras.

Nada como viagens de barco que me fazem lembrar o quanto eu gosto disso.

Nada como conhecer lugares novos, sempre na beira do mar.

Nada como apreciar um mar dourado, gerado pelo poente.

Nada como o agito noturno do centro da cidade.

Nada como as ferinhas.

Nada como um sorvete no fim do dia.

Nada como ir dormir satisfeito com o dia que passou e ansioso pelo dia que virá.

Nada como estar exatamente onde queremos estar.

Nada como o mar.

Mar...

Aí vai a imagem da semana! Desculpem o atraso!

Fogos

Fogos que saem do arranha-céu 101 marcam a chegada do Ano Novo em Taiwan. Impressionante!

Ah! Amanhã eu saio de viagem! Sendo assim vocês vão ficar sem posts por sete dias! Mas fiquem tranqüilos que passa rápido! hehehe!

Aproveitem para ler o que ainda não leram, comentar o que não comentaram, participar da nossa comunidade no Orkut, mandar um e-mail pra cá e sugar até a última gota das seções “Assista”, “Clique”, “Leia” e “Ouça”!
Uma ótima semana para vocês!

5/01/2007Ghadyirochand

Elefante?

É isso que caçadores da tribo Barabaig, na Tanzânia, se tornam ao voltarem da longa caça aos elefantes. A tradução? “Herói”.
Poxa, então a carne de elefante deve ser boa, e os habitantes da tribo devem depender dela!
Antes fosse: eles saem para a caça apenas para provar que são corajosos. Após o abate, eles pegam as presas e deixam o resto para os animais carniceiros.
Depois de dias procurando por um elefante, ao achar, eles o abatem com lanças, nessa hora os caçadores correm risco de vida: os elefantes furiosos podem simplesmente avançar neles e… bom… um abraço! Os que sobrevivem à isso correm atrás do elefante por dias até ele tombar quase morto. Nesse tempo todo os caçadores não comem, só bebem.
A recompensa? Além da admiração eles ganham terras, rebanhos, privilégios políticos e econômicos e uma esposa.
Agora o bom mesmo é ser herói que nem o Super-Homem: ele não espera nada de ninguém, ele apenas salva o mundo.
Hummm… Pensando bem… É… Os barabaigs são bem mais heróis que o Super-Homem. Analisemos a situação do homem de aço:
1º: o cara vive nos EUA.
2º: o cara levanta uma carreta do mesmo jeito que eu levanto uma caneta. (Uia! Rimou!)
3º: nem tiro no olho mata o cara.
4º: ele tem só um inimigo. E careca ainda por cima!
5º: ele (quando de óculos) é jornalista do melhor (ou único) jornal da cidade.
6º: ele namora uma mulher bonita e se por acaso ela renunciar o cargo, seguindo a fila existem só todas as mulheres do mundo.
7º: ele pode acordar as 8:59 da manhã que às 9:00 ele já está na mesa do escritório de café e banho tomados.
8º: ele não gasta dinheiro com fósforos. É só uma olhadinha e pronto: o pão tá torrado.
9º: a única coisa que deixa ele meio bêbado é a tal da pedra verde, mas nem a ressaca do dia seguinte ele tem que enfrentar.
10º: a única coisa que ele perdeu na vida foi a queda de braço contra o Chuck Norris, no qual eles apostaram que quem perdesse teria que usar a cueca pra fora da calça pro resto da vida.
11º e último: ele nunca deve ter visto um elefante na vida.
Desse modo, eu acho que os nossos amigo guerreiros da Tanzânia estão certos ao cobrar pelo heroísmo.
Agora, quando o assunto é com a gente, ser herói é impossível. Nosso heroísmo está nas coisas que fazemos em prol de um lugar melhor para se viver. Mas nesse caso a recompensa futura é certa! É só não sermos movidos por ela.
A não ser que um elefante esteja ameaçando esmagar o carro do seu chefe…

[Esse texto foi um dos que eu publiquei no meu antigo blog "E falando nisso"]

3/01/2007CORRE! (4)

Corre!Ela tinha passado a noite em claro. Era sempre assim quando o dia seguinte prometia ser diferente dos outros. E bota diferente. O café da manhã estava nos planos, mas ela não conseguiu comer nada. Resolveu adiantar as coisas e terminar logo com isso.

Pegou o carro e foi até a casa dele. Ela sabia que ele já tinha ido trabalhar, por isso resolveu pegar logo aquele colar que um dia foi dela. Valia muito e ela estava precisando de algum dinheiro.

Desde que os dois terminaram ele tinha pedido o colar de volta. Afinal de contas ele havia pagado por ele. Se bem que ele deu pra ela. De qualquer forma ele pediu de volta. Sem imaginar que um dia ia querer ele de volta, ela deu.

Agora ela o queria de volta. O colar, lógico.

Tinha pedido umas oitenta vezes. De todos os modos. Ele sempre negava. Foi aí que ela resolveu roubar. Bom, tecnicamente aquele colar era dela e ele então é que tinha roubado, mas… De qualquer forma ela, aquele dia ia entrar na casa e pegar o colar de volta.

Fabiana sabia que ele guardava uma chave dos fundos enterrada num dos vasos de flores. E lá estava ela.

Pegou a chave, entrou na casa e foi direto para o quarto, ela sabia que ele guardava o colar na gaveta de cuecas. E ela também sabia onde era a tal gaveta.

Porém, como só acontece em histórias como essa, aquele dia ele estava em casa. Dormindo. Ela abriu a porta do quarto e se deparou com o ronco estranhamente alto dele.

Naquele momento ela pensou em desistir. Quem sabe se voltasse outro dia.

Mas não, já que estava lá pegaria o colar. E além do mais ele tinha um sono um tanto pesado.

Foi de fininho entrando no quarto escuro. Foi até a gaveta onde estava o colar. Abriu a gaveta. Pegou o colar. Deu meia volta e chegou até a porta do quarto quando, de repente, ela ouve:

- Bem? Vai preparar o café? Eu quero torradas com margarina. Quando estiver pronto me ch…

A voz dele parou ali. Ela viu vultos na cama e depois ouviu de novo:

- Calma lá! Mas você ainda está na cama… Ou melhor… Se você está do meu lado… Quem é que está perto da porta…?

Aí ela viu que era a hora de deixar o quarto.

- LADRÃO!!! – Gritou ele.

Ela saiu correndo tentando chegar até a porta dos fundos.

Como também só acontece em histórias, ela escorregou num único pé de patins que estava no chão.

“De onde diabos saiu esse patins?” Pensou ela.

Foi quando as luzes se acenderam e ele saiu do quarto indo até a cozinha. Ela estava estirada no chão segurando o colar.

- VOCÊ? – Perguntou ele.

- Não, querido: Papai Noel! – Ela foi se levantando.

- Que é que você tá fazendo na minha casa?

- Vim pegar o que é meu!

- Não acredito… Aquele colar de novo?

- Ele mesmo! E dessa vez eu vou sair com ele!

- Não, dessa vez você nem vai sair!

- Como assim não vou sair?

- Cansei de suas idiotices! Daqui ou você sai presa ou num caixão!

- Isso é uma ameaça?

- É o que parece!

Foi aí que a confusão começou! Ela queria ir embora e ele não deixava. A briga prometia ser boa.

- Que barulho é esse? – Perguntou ele.

- Barulho?

- Sirenes! A polícia!

- Polícia?

- Polícia!

- Mas quem chamou a polícia?

- Eu – Falou, seca, uma voz feminina que vinha do quarto.

- Lisa? – Perguntou ele – Você chamou a polícia?

- Claro! Você quer o que? Eu acordei com um cara gritando “ladrão” no meu ouvido! O mínimo era chamar a polícia!

- Mas, bem! É só a Fabiana!

- Eu percebi. – Falou Lisa olhando para ele com uma cara que ele conhecia muito bem.

- Ahh! Não vai pensar que eu…

- Já pensei.

- Meu bem! Ela veio aqui só pra roubar o maldito colar de diamantes!

- Vai ser sempre essa mesma desculpa?

- Pergunte então pra ela! – Ele disse isso e virou o rosto para onde Fabiana estava.

- Fabiana, dig…. Fabiana?

Na direção havia só uma janela aberta com as cortinas ao vento.

- FABIANA!!! FUGIU!!!

- Menos mal que ela se foi – comentou Lisa, indo observar o corredor.

- Menos mal? E o meu colar? ELA LEVOU O MEU COLAR!

- João – Perguntou Lisa calmamente – Esse colar… Você não tinha dado pra ela?

- Hã… Dei!

- Então!

- Mas ela me devolveu!

Nesse momento a porta da frente foi arrombada e dois policiais entraram empunhando suas armas e gritando:

- PARADOS!!!

E foi nesse rolo que a Fabiana se meteu! Ela me contou logo que começamos a sair mais só nós dois depois daquele dia no Caneco Largo. A história foi confirmada pelo Fábio (meu amigo que cobriu a matéria, lembra?).

Tempos depois a gente começou a namorar. Ela me mostrou o colar.

Certo dia eu perguntei pra ela como é que, naquele dia no bar, quando o Fábio me apresentou ela como “alguém que ele conheceu enquanto cobria o caso pequeno e fútil daquela manhã”, como ele não tinha entregado ela.

Ela me respondeu que ele não sabia que tinha sido ela que havia roubado o tal colar. Que seja!

Os primeiros dias de namoro foram absolutamente tranqüilos. Só os primeiros dias.

Oito dias depois do começo do nosso namoro, era um dia normal. Eu ia para o jornal, realmente como qualquer outro dia normal. Acordei cedo, xinguei o despertador. Fui pro banheiro. Do banheiro para a cozinha. Enquanto o leite esquentava fui dar uma olhada na janela para ver como ia o tempo lá fora.

Foi quando eu vi.

Vi o quê? Acho que vai ficar para o próximo capítulo!

3/01/2007Piada!

E pra hoje uma piada!

COELHO CHATO
O coelho entrou na lavanderia a seco e pediu ao dono:

-Vocês têm cenouras?

-Isso é uma lavanderia à seco, não vendemos cenouras, vá ao quitandeiro da esquina!

No outro dia, o coelho entra na lavanderia à seco e pergunta de novo:

-Oi, vocês têm cenouras?

O dono, irritado, responde:

-Já disse que isso aqui é uma lavanderia à seco, procure um mercado!

No terceiro dia o coelho volta a lavanderia à seco e pergunta:

-Oi, vocês têm cenouras?

-Pô! - diz o dono, irritado - Já disse que não temos cenouras, e que isso aqui é uma lavanderia! Se você me perguntar isso de novo pego uma corda, te amarro e te entrego pro açougueiro aí do lado!

No outro dia o coelho volta, olha bem no olho do dono, e pergunta:

- Oi, vocês têm cordas?

-Não. - diz o dono, intrigado. Ao que o coelho continua:

-Bem… então… têm cenouras?

2/01/2007Frase do Dia

FELIZ ANO NOVO!

Pedras no caminho?

30/12/2006_ _ _ _ _

Forca...

A idiotice humana não tem tamanho mesmo. Hoje enforcaram o Saddam. Resolveu? Nada! Por causa disso mais de oitenta pessoas morreram em atentados contra os xiitas em Bagdá.

Os lados

E pro Saddam? Foi mais fácil assim. Não deve ter sido difícil ficar calmo enquanto colocavam a corda em seu pescoço. Morrer é fácil.

Ia resolver se o colocassem para trabalhar para o bem da humanidade! Colocassem ele pra construir escolas ou qualquer outra coisa do gênero. Sei lá, qualquer coisa, menos matar. Por isso foi fácil pra ele. Ele devia estar pensando em todas coisas da qual ele estava se safando.

Bom, de qualquer modo as coisas, pelo jeito, só pioraram.

Atentados pós enfocamento

Isso porque eu ainda não falei sobre a situação do Rio de Janeiro…

[esse post está valendo como o 'Imagem da Semana']

O mundo realmente tá cheio de gente que não quer entender o quanto a questão ambiental é importante para as gerações futuras e a nossa. Ainda ontem eu vi no jornal imagens impressionantes de poluição em um rio. Um tapete de peixes mortos que impossibilitava a visão da própria água! E depois montanhas de lixo ao lado!

Disseram que milhares de pessoas dependem daquele rio para viver. Mas, pelo jeito, acho que isso não importa!

De qualquer maneira existe ainda muita gente tapada quando o assunto é esse (sem generalizar; existe, sim, muita gente consciente).

Pensando na parte masculina dessas pessoas que não querem ouvir o porquê é bom preservar o meio ambiente (que é a grande maioria, digo eu) que estão criando a campanha fotográfica “Preserve a Natureza!”, com fotos como essa:

Preserve a Natureza

Do jeito que as coisas andam, só apelando desse jeito para que talvez a gente consiga mudar a cabeça (ou aumentar; ou até colocar uma) das pessoas que ainda acham que esse assunto é bobeira. Se bem que… desse jeito… sei não…

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